Você vai sofrer, por pr. Nelson Galvão
“Pare de sofrer”, “seja
um vencedor”, “você é um campeão”, “seja cabeça e não calda”, “tenha a unção de
conquista”.
Esses bordões têm sido
muito usados em púlpitos e músicas cada vez mais populares. Digo “cada vez mais
populares” porque têm extrapolado os arraiais iurdianos. As igrejas
Neopentecostais no Brasil, influenciadas pela “confissão positiva” de
norte-americanos como Kenneth Hagin, detêm o poder midiático e têm conseguido
influenciar corações e mentes de muitos evangélicos, pentecostais e
tradicionais, especialmente aqueles que nutrem um profundo comprometimento com
a cultura de consumo, onde não existe espaço para fracassos, dissabores ou
desilusões.
De forma muito acurada,
em sua dissertação de mestrado, Marina Correa (PUC-SP: 2006), tratando sobre os
motivos que levaram às mudanças na Assembléia de Deus, aponta que as igrejas de
orientação neopentecostal crescem em demasia porque a mensagem pregada nesses
púlpitos, não têm uma relação de estranhamento com a cultura, mas sim uma
relação harmoniosa. Para uma cultura em que o discurso dominante é a
diversidade religiosa, o bem estar moderno, prosperidade e riqueza, sucesso
individual e ascensão social, a pregação neopentecostal oferece: flexibilidade
doutrinária; afirmação do bem estar como dom e possibilidade; riqueza como dom
de Deus, conseguida pelo dízimo; sucesso individual; ascensão social.
Qual é o problema?
O problema desse tipo
de teologia é que ela é diabólica, pois deturpa a sã doutrina bíblica, diviniza
o homem e apresenta um deus limitado pelos desejos e caprichos do indivíduo que
se entende evangélico, mas que é idiotizado pela própria ganância. Além disso,
aliena o crente da realidade e não o prepara para os desafios no mundo. Como
essa cultura “Gospel” está distante do verdadeiro Evangelho!
O que diz o Evangelho
Por causa do
Evangelho... sim, pelo fato de seguirmos a Cristo e nos posicionarmos
firmemente em relação aos seus ensinamentos, veja o que Jesus nos alertou que
aconteceria:
·
“no
mundo tereis aflições” (Jo 16:33);
·
“então vos hão de entregar para serdes
atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as gentes, por causa do
meu nome (Mt 24:9);
·
“o pai estará dividido contra o filho, e o filho
contra o pai; a mãe contra a filha, e a filha contra a mãe; a sogra contra sua
nora, e a nora contra sua sogra” (Lc 12:53);
Veja ainda Mt 10. Nesse texto Jesus
comissiona os discípulos e Ele os avisa a respeito do que os aguardava:
·
Vocês são enviados como ovelhas entre lobos. v.
16
·
Vocês serão entregues aos tribunais e açoitados
nas Sinagogas. v. 17
·
Vocês serão presos por causa dEle. v. 18
·
A sua família se voltará contra vocês. v. 21
·
Vocês serão odiados por todos. v. 22
·
Como vocês serão chamados se ao mestre chamaram
de Belzebu? v. 25
Jesus não seria popular entre muitos evangélicos
É incrível! Jesus nunca
seria chamado para pregar em muitas Igrejas evangélicas hoje. A mensagem dele
não seria popular. Ao povo que o buscaria para resolver seus problemas, ele
diria:
“A verdade é que vocês
estão me procurando, não porque viram os sinais miraculosos, mas porque comeram
os pães e ficaram satisfeitos” (Jo 6.26).
Escrevendo isso, me
sinto um “estraga prazeres”... eu sei! Mas, pense comigo: seguir a Cristo é
muito mais do que a cultura Pop gospel quer que pensemos que seja.
Chega de shows que
apenas enriquecem o bolso de falsos mestres; chega de mega igrejas que apenas
promovem o ego de pastores megalomaníacos; chega de livros de auto-ajuda
evangélicos que só alimentam a soberba dos escritores. Chega de orações que
estão mais interessadas com um reino terreno!
Seguir a Cristo não tem
haver com essa cultura de consumo. Não reduza a mensagem da cruz a um fast food existencial onde você vem, se serve de acordo
com o que precisa e vai embora.
Essa cultura reduz o
Evangelho ao bordão: “Jesus te ama e tem um plano maravilhoso para a sua vida”.
Entenda-se por “amor” e “plano” por ascensão social, saúde e alcance de seus
próprios sonhos.
O Evangelho de Cristo
não tem nada haver com campanhas de oração para um melhor salário, uma casa
nova, um carro novo, saúde ou prosperidade.
Você pode fazer quantas
campanhas de sete semanas que julgar necessário. Talvez até consiga algo do que
busca. Todavia, não terá sido Deus quem te deu (Mt 24.24) e você vai continuar
enganado, e enganando (2 Tm 4.3,4), pela sua própria ganância, achando que pode
lançar mão de subterfúgios com o Criador como se Ele fosse aquelas entidades da
Umbanda, que são manipuladas com oferendas.
Se você pensa assim,
devo lhe alertar que você não entendeu nada do Evangelho. Esta é uma cultura
evangélica medíocre que foi construída a partir de um contexto de cultura de
massas que é mesquinho. Esse é um evangelho pobre, sem vida, falso e que não transforma,
apesar de arrebanhar muita gente.
Implicações da fé em Cristo
A
fé em Cristo tem implicações na vida do crente (no trabalho, entre colegas na
escola, na família), entre o que o mundo determinou que você pense, sinta e
faça e os verdadeiros planos de Deus para você.
Algumas
vezes essa escolha acarreta em dissabores. Abraão experimentou isso quando
escolheu ser obediente e sair rumo ao desconhecido; José foi posto na prisão,
por decidir se manter fiel; Jó ainda que tenha perdido tudo, não negou ao seu
Deus; Daniel foi jogado aos leões porque decidiu se manter firme. Esses casos
você conhece a história, terminaram bem. Entretanto, veja a galeria da fé de
Hebreus 11: 35-38:
Uns foram torturados, não aceitando o seu
livramento, para alcançarem uma melhor ressurreição; e outros experimentaram
escárnios e açoites, e até cadeias e prisões; Foram apedrejados,
serrados, tentados, mortos ao fio da espada; andaram vestidos de peles de
ovelhas e de cabras, desamparados, aflitos e maltratados”. (Dos quais o mundo não era digno), errantes pelos desertos e montes, e
pelas covas e cavernas da terra.
O
Senhor apareceu a Ananias e disse a respeito de Paulo: “eu lhe mostrarei quanto
lhe importa sofrer pelo meu nome.” (At 9.16). Vários anos depois, Paulo relata aos Coríntios o que passou
por conta de sua fé em Cristo:
Em trabalhos, muito mais;
em açoites, mais do que eles; em prisões, muito mais; em perigo de morte,
muitas vezes. Cinco vezes recebi dos judeus uma quarentena de
açoites, menos um. Três vezes fui açoitado com varas, uma vez fui
apedrejado, três vezes sofri naufrágio, uma noite e um dia passei no abismo; Em viagens, muitas vezes, em perigos de rios, em
perigos de salteadores, em perigos dos da minha nação, em perigos dos gentios,
em perigos na cidade, em perigos no deserto, em perigos no mar, em perigos
entre falsos irmãos; Em trabalhos e fadiga, em vigílias, muitas
vezes, em fome e sede, em jejum, muitas vezes, em frio e nudez”. (2 Co 11:23-27)
Alguém deveria ter dito
a Paulo que bastava ele amarrar, declarar, fazer campanhas e jejuns que ele não
passaria por tudo o que passou!!!
Todavia, ao contrário
disso, Paulo expressa sua convicção a esse respeito da seguinte forma: “todos os que piamente
querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições (2 Tm 3:12).
Sofrendo, mas
firmes!
Sim, se você escolheu
ser firme em suas convicções cristãs, você vai sofrer! Infelizmente são poucos
os líderes hoje que se posicionam publicamente. Um grande número de líderes está
disposto a abrir mão de suas convicções, apenas para manterem seus cargos e
privilégios denominacionais.
Por outro lado, ainda
há pastores que decidiram não se dobrar a Baal! E sofrem por isso!! Não
sucumbem à pressão de sua denominação ou igreja que abraçou uma cultura evangélica
que nega/distorce as Escrituras para acomodar-se ao status quo. Refiro-me a
questões de divórcio/recasamento, pastorado feminino, homossexualismo, etc.
Há muitos pais de
família que escolhem perder seus empregos a relativizar sua fé. Ainda aqueles
que não são promovidos, e isso, não porque são menos qualificados, mas porque
são fiéis a Cristo.
Conheço inúmeras
mulheres que foram abandonadas pelo seu marido, mas permanecem fiéis ao Seu
Senhor e não se casam novamente. Existem também aquelas que sofrem com um
casamento ruim, mas ainda assim insistem em permanecer, não casando novamente
em nome de uma pretensa “felicidade”.
Oro continuamente por
jovens que sofrem com seus pais descrentes. Vejo constantemente jovens optarem
por ficar solteiros a ter um namoro promíscuo e outros que sofrem “bulling” por
parte de professores e colegas na universidade por manter-se fiéis a Cristo. Existem
vários jovens cujos colegas de escola não o têm como uma boa companhia (e isso
porque esses jovens cristãos não faz o que eles fazem!).
Sofrimento é identificação com Cristo
Diante
disso, quero convidá-lo a enxergar o sofrimento na perspectiva verdadeiramente
cristã. É incrível! Para as Escrituras, o sofrimento é identificação com
Cristo.
Jesus afirmou que são felizes aqueles que sofrem
por causa dEle. No sermão da montanha Jesus disse:
“Bem-aventurado sois quando, por minha causa, vos injuriarem, e vos
perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vós. Regozijai-vos e exultai,
porque é grande o vosso galardão nos céus; pois assim perseguiram aos profetas
que viveram antes de vós”. (Mt 5.11,12)
Após dar advertências do que estava
por acontecer a seus discípulos, Jesus afirmou: “Portanto, todo aquele que
me confessar diante dos homens, também eu o confessarei diante de meu Pai, que
está nos céus”. (Mt 10.32)
Na sua 1ª carta, o apóstolo Pedro disse:
“Amados, não estranheis o fogo ardente que surge no
meio de vós, destinado a provar-vos, como se alguma coisa extraordinária vos
estivesse acontecendo; pelo contrário,
alegrai-vos na medida em que sois co-participantes dos sofrimentos de Cristo,
para que também, na revelação de sua glória, vos alegreis exultando”. (1 Pe
4.12,13)
Em Fl
2.29, Paulo afirma que “por amor de Cristo, vos foi concedido não somente crer
nele, mas também sofrer por ele”. O verbo “concedido”, nesse contexto, denota
algo que foi dado graciosamente; no caso, tanto a fé quanto o sofrer por
Cristo.
Agora,
assim como nos identificamos com Ele na sua morte, também nos identificamos com
Ele na sua ressurreição e glória. Sim, existe um lugar preparado para o povo de
Deus. Esse lugar foi preparado pelo Pai para todos aqueles que confiam na
justiça que vem de Cristo. Apocalípse 21 é alentador para aqueles que esperam
somente em Cristo. O apóstolo João viu profeticamente o tempo em que Deus fará
novo céu e nova terra. Nesse tempo, o Senhor ”lhes enxugará dos olhos
toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem
dor, porque as primeiras coisas passaram” (Ap
21.4).
Sendo
assim saiba que você vai sofrer, uma vez que você é fiel a Cristo! Entretanto,
diante do sofrimento, lembre-se de que Jesus, como cordeiro, sofreu as mais
terríveis dores está ao seu lado e lhe da forças para manter-se firme.
Lembre-se da bendita esperança; olhe para frente, para Jesus que está por vir,
mas dessa vez como Leão!
Pr. Nelson Galvão
Sola Scriptura
Nelson é casado com Simone desde 1997 e eles têm um filho. Ele é formado em História e Teologia, pós-graduado em Administração Escolar e mestre em Educação (PUC-SP). Atualmente faz mestrado em Teologia do Novo Testamento no Seminário Bíblico Palavra da Vida- Atibaia, SP.
É pastor interino da Igreja Batista Sião (São José dos Campos-SP) e atua como diretor acadêmico do ministério Pregue a Palavra.
Atua ainda como coordenador do grupo do Pregue a Palavra de Cuba e como professor convidado da Escola de Pastores PIBA.
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Diane Hofer Ellis

Missionária americana servindo a mais de 20 anos no Brasil. Casada com o pr. Dr. Mark Ellis e mãe de cinco filhos, 3 noras e 8 netos. Seu ministério foca o mentoreio de mulheres mais novas.
Estudar a Bíblia, eu ?? por Simone Galvão

Crescemos na igreja, vivemos cercadas de uma cultura cristã e desfrutamos dos benefícios que o cristianismo pode nos oferecer.
Mas,
quando nossa fé é colocada em cheque, ou quando temos que explicar a razão da
nossa fé, nosso castelo de areia desmorona, nos sentimos perdidas, sem saber
por qual caminho seguir.
O impressionante
é que se nos perguntarem sobre as histórias que aprendemos quando crianças,
sobre o grande peixe que engoliu Jonas ou o tamanho do gigante que Davi enfrentou,
respondemos em uma fração de segundos. Além disso sabemos muitos versículos
decorados e recitamos muitos credos.
Mas
tudo isto, na maioria das vezes não tem nenhuma conexão conosco, temos muitas
dificuldades de encontrar um fio condutor que ligue todas estas pequenas
histórias em uma grande história que conecta todas elas.
Crescemos
na cultura do fast-food, da era digital, do tudo em um click e, o pior de tudo,
transportamos isto para a Bíblia. Nos satisfazemos com o pouco, apenas aquele
momento no domingo, em que ouvimos alguns minutos do sermão, ou aquelas
devocionais já prontas, que nos ajudam a aplacar nosso sentimento de culpa por
não ter tido tempo com Deus durante a semana.
O
problema é que não fomos treinadas para sermos estudantes da Palavra! Desde
muito cedo, as histórias da Bíblia nos são contadas apenas como historinhas e,
infelizmente, em muitas igrejas as histórias bíblicas nos são contadas no mesmo
patamar da Branca de Neve e os Sete Anões.
Nos
ensinaram que quando enfrentamos alguma dificuldade podemos ir a caixinha de
promessas que tudo está bem!!! Deus é
fiel, Ele vai nos ajudar!!!
Nos
ensinaram que precisamos gastar horas da nossa juventude estudando
química, física, inglês, porque isto sim
vale a pena!!!!!
Crescemos
na igreja assim, desnutridas e sem alicerce nenhum para enfrentarmos os
desafios que temos durante nossas vidas. Agora, aquelas historias desconexas
que nos eram contadas enquanto criança, já não nos causam tanta paixão, e assim
nos tornamos mulheres cristãs, mas vazias da Palavra!!!!!! Crescemos sem
conhecer o Deus que servimos!!!!!
Em 2
Timóteo 3, Paulo nos faz um alerta, e nos mostra o perigo de nos tornarmos
mulheres vazias da Palavra. Seremos
facilmente enganadas pelos falsos mestres e nos tornaremos mal exemplo dentro
da igreja: “porque entre eles estão os que se intrometem pelas casas e
conquistam mulheres tolas carreadas de pecados, dominadas por várias paixões:
que estão sempre aprendendo, mas nunca podem chegar ao pleno conhecimento da verdade”.
2 Tm 3. 6-7.
Diante
desta triste realidade, nosso desafio é aprendermos a conhecer o nosso Deus,
através de Sua Palavra. É prescrutar os tesouros que a Bíblia pode nos oferecer,
é trabalhar duro, é gastar tempo de qualidade, é nos esforçar para conhecer
nosso Mestre, é conhecer técnicas de estudo bíblico que nos ajudem a entender o
coração do texto. E crescer de tal maneira em Cristo, que a Palavra terá
inundado nossas vidas, e tudo que fizermos faremos a partir da Palavra de Deus,
não o contrário. “Tu me farás conhecer o caminho da vida: na tua presença há
plenitude de alegria: à tua destra há eterno prazer”. Salmos 16:11.
A
Bíblia não é um livro cheio de histórias desconectas, mas sim a Palavra de
Deus, e todas as histórias estão ligadas com um proposito final de redenção, a nossa salvação!!!!!
Conhecendo
o Deus que servimos, nos tornamos mulheres que glorificam seu nome, e que
conseguem ainda aqui na terra, viver de forma digna daquele que nos chamou,
nosso Rei Jesus!!!!!
Simone Galvão
Simone é casada com o pr. Nelson Galvão e mãe do Mateus.
E formada em Teologia, pedagogia e pós-graduada em psicopedagogia clínica.
Simone é casada com o pr. Nelson Galvão e mãe do Mateus.
E formada em Teologia, pedagogia e pós-graduada em psicopedagogia clínica.
O perdão emerge da cruz, por pr. Antonio Mendes

Parece um paradoxo, mas dizer que a cruz é um vazio que nos preenche é a mais pura verdade. Quando olhamos para ela vazia, a esperança do perdão ganha uma força incrível. A visão dela vazia nos transporta para a realidade do pecado vencido. Então, podemos declarar como o apóstolo Paulo: Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?” (1Coríntios 15.55).
Muitas vezes, Deus nos desafia a perdoar alguém por alguma situação que, humanamente, achamos impossível. Este é momento em que podemos olhar para a cruz vazia e ver nosso ser inundado de coragem, ousadia e capacitação sobrenatural, para fazer o que Jesus faria se estivesse em nosso lugar.
No vazio da cruz vemos a maior expressão do perdão e, nela, somos capacitados de maneira sobrenatural, como assim também foi o sacrifício de Jesus, tornando-a vazia para nos encher de coragem.
Nosso coração nos trai, e Jeremias 17.9 diz que ele é corrupto e tendencioso para o mal. Ainda carregados pela maldade da nossa carne, com a qual lutamos dia a dia (Romanos 7.17-19), não nos sentimos derrotados, pois olhamos para o vazio da cruz de onde brota perdão, esperança, reconciliação e novos começos.
Imagino como seria a nossa vida sem o vazio da cruz - seríamos os mais infelizes dos homens (1 Coríntios 15.19). Nossa oração precisa ser de contemplação da realidade da cruz vazia, entendendo que Aquele que a tornou assim, vazia, é o mesmo que diz: “Sem mim nada podeis fazer” (João 15.5)
Pr. Antonio Mendes
Casado com Cida Mendes, pai de três filhos e avô de quatro netos.
Pastor da Primeira Igreja Batista de Atibaia há 37 anos.
Presidente/ fundador do Ministério Pregue a Palavra
Foi presidente da Ordem dos Pastores Batistas Secção São Paulo, Presidente da Convenção Batista do Estado de São Paulo e membro da Junta de Missões Mundiais da CBB.
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